Carajás, ou Karajás, chamam aqueles povos que vivem na Ilha do Bananal de "cara de macacos". Um tipo de xingamento quase lúdico que ficou como o nome de uma provável etnia. Eles não gostam, mas convivem com o fato, pois o universo branco ali é sempre bem-vindo.
Afinal, os Carajás gostam do branco vivo? Claro, assim como dos mortos. Lá em suas aldeias ainda existem ruínas de uma casa de JK, o lugar onde Getúlio chegou, há pasto de gado administrado por brancos, há prostituição adulta e infantil - para as pousadas brancas da cidade de São Félix do Araguaia. R$ 30,00 por cabeça, e os caminhoneiros sabem disso. Há, enfim, a transbananal, que cruza a maior ilha fluvial do mundo, revivendo aquele brasil grande da estrada até hoje incompleta na Amazônia: a transamazônica.
Afinal, os Carajás gostam do branco vivo? Claro, assim como dos mortos. Lá em suas aldeias ainda existem ruínas de uma casa de JK, o lugar onde Getúlio chegou, há pasto de gado administrado por brancos, há prostituição adulta e infantil - para as pousadas brancas da cidade de São Félix do Araguaia. R$ 30,00 por cabeça, e os caminhoneiros sabem disso. Há, enfim, a transbananal, que cruza a maior ilha fluvial do mundo, revivendo aquele brasil grande da estrada até hoje incompleta na Amazônia: a transamazônica.
Para entender o que o nossas práticas brancas fazem com os Carajás é só localizar, por fim, as igrejas evangélicas que aparecem por lá, transformando algumas lideranças em pastores. A busca é pelo que todos procuram como loucos em todo o Novo Mundo: dinheiro.

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