segunda-feira, 3 de março de 2014

Se existe viagem no tempo-espaço essa viagem se chama "livro".

A consciência que está ali conversando com você, num monólogo, te diz constantemente o que você não é, onde você não está e tudo isso em outra duração completamente diferente da sua. No fim você ainda consegue, através dele, exercitar aquela flexibilidade do ego, coisa tão difícil em conversas pessoais justamente por aceitar o monólogo extenso baixando seus impulsos ao consentimento temporário do "conhecer" outra vida, perspectiva, visão. Mas existe um perigo: o de perceber a "midiocracia" padrão das culturas de hoje que estão ali fora do llivro. Isto é algo que te faz mandar tudo à merda e se dedicar ao isolamento por achar que todos estão vivendo numa espécie de "padronização" idiota. Perigo este que, convenhamos, todos deveriam deixar de ter medo por aqui, hein? Pois é, correr o perigo de se perder em um livro sempre foi, e sempre será necessário...